Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pesa-licor

pesa-licorpesa-licor | n. m.
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pe·sa·-li·cor |ô|pe·sa·-li·cor |ô|


nome masculino

Designação vulgar do alcoómetro.

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verso de vev em branco e qvandoa s estreals fvlgem assim tanto qval a bando desse em noite a ver cintilar e no sev brio e sobre o rio assim sva sombra vissem em claro a ver apssar e qval ave qval pena qve~piara e non poisa nem pesa nem pens ve volta apensar e qval o sonho qve sendo liberta e nons endo

Em Tears of Heaven

os de tor de silhas enganaram e afinal é mel em ilha e non as passamos em revista e qve bem qve ao longe sempre ao longe nem se veja nem o potro mão qve desse non sabria ser nem isma nem irmão e qve do faro ao lado estariam a bare assim passas sem ser em bro qve o malaga é licor e non tem nome o

Em Tears of Heaven

assim~ licor e qve assim a abrem sabem qve até de gaitas ao lado sem gaitas a lembram e nem os das maceiras qve sendo d everdes e de paredes doiradas non sabem dos ovtieors dasmais antigas palvras vivas e qve por certo ao veres passar a cigarra é a formiga estival amiga qve no estio ambas parecem qve se

Em Tears of Heaven

teem os 8 nobres teurinaaaaaa essas também teem sesamo . abrete pro favor e sim ainda adek - sabe essas as da grdura do leite - para quems aiva das ervas da splantas e das frutas . na casca e sim - no leite cvras faes iogurtes - igual - e sim - se lembras como fazes licor e aind anao sabel que se faz

Em Tears of Heaven

se a ave que mais alto vogae migra e regressa de aço parece e non pesa que astro que flameja que nem sabe quando e como o que se deseja e sendo qual agua e lume sendo escreve poesias melodias todas vivas e por adentro réplica e replica o que por fora segue sendo ainda ue se non veja nem viaja

Em Tears of Heaven
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Dúvidas linguísticas


No programa de hoje da R.T.P. " Bom Dia Portugal" na rubrica "Em bom português", questiona-se se deve dizer: duzentas gramas ou duzentos gramas? Afirma-se que a resposta correcta é: "duzentos gramas" porque grama é um submúltiplo do quilograma. Ora, eu tenho apenas a quarta classe do ensino primário de 1951, mas nesse tempo aprendi que grama, metro, caloria, etc. são unidades e quilograma, quilómetro, quilocaloria, etc, são múltiplos com mil unidades. Como gosto de falar o melhor Português, (dentro das minhas limitações literárias) gostaria de obter uma explicação, mais convincente ou de saber se, pela mesma razão, deve dizer-se "duzentos calorias"?
De facto, o argumento referido é pouco claro. O motivo por que a resposta é "duzentos gramas" é porque grama, enquanto unidade de medida, é um substantivo masculino, como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. É por essa razão que quilograma, formado pela junção do prefixo quilo- ao substantivo grama, é masculino, e não o contrário.



Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?
Relativamente à primeira dúvida, se retomarmos o contexto dos extractos que refere do conto “Fronteira” (Miguel Torga, Novos Contos da Montanha, 7ª ed., Coimbra: ed. de autor, s. d., pp. 25-36), verificamos que é o próprio Sabino que fareja. Estamos assim perante uma animalização, isto é, perante a atribuição de um verbo usualmente associado a um sujeito animal (farejar) a uma pessoa (Sabino). Este recurso é muito utilizado por Miguel Torga neste conto para transmitir o instinto de sobrevivência, quase animal, comum às gentes de Fronteira, maioritariamente contrabandistas, como se pode ver por outras instâncias de animalização: “vão deslizando da toca” (op. cit., p. 25), “E aquelas casas na extrema pureza de uma toca humana” (op. cit., p. 29), “a sua ladradela de mastim zeloso” (op. cit., p. 30), “instinto de castro-laboreiro” (op. cit., p. 31), “o seu ouvido de cão da noite” (op. cit., p. 33).

Quanto à segunda dúvida, mais uma vez é preciso retomar o contexto: “Já com Isabel fechada na pobreza da tarimba, esperou ainda o milagre de a sua obstinação acabar em tecidos, em seco e peco contrabando posto a nu” (op. cit. p.35). Trata-se de uma coocorrência privilegiada, resultante de um jogo estilístico fonético (a par do que acontece com velho e relho), que corresponde a uma dupla adjectivação pré-nominal, em que o adjectivo seco e o adjectivo peco qualificam o substantivo contrabando, como se verifica pela seguinte inversão: em contrabando seco e peco posto a nu. O que se pretende dizer é que o contrabando, composto de tecidos, seria murcho e enfezado.

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Palavra do dia

pi·na·co·te·ca |é|pi·na·co·te·ca |é|


(latim pinacotheca, -ae, do grego pinakothêke, -és)
nome feminino

1. Museu de obras de pintura.

2. Colecção de obras de pintura.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/pesa-licor [consultado em 18-05-2022]