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persignação

persignaçãopersignação | n. f.
derivação fem. sing. de persignarpersignar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

per·sig·na·ção per·sig·na·ção


(persignar + -ção)
nome feminino

Acto de se persignar.


per·sig·nar per·sig·nar

- ConjugarConjugar

(latim persigno, -are, tomar nota, registar)
verbo pronominal

Benzer-se, fazendo com o dedo polegar da mão direita uma cruz na testa, outra na boca e outra no peito.

Nota: Usa-se apenas como verbo pronominal.
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...a um Padre (claro que do rito ortodoxo grego) por que é que a persignação ortodoxa se faz da direita para a esquerda enquanto a católica é da esquerda...

Em A bem da Nação

transubstanciação da hóstia, no consolo do borrifo da água benta ou na persignação ao ritmo do comando de um clérigo..

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Mais uma persignação por este humilde pecado e ouvir a mãe gritar lá de longe..

Em Kimbo Lagoa

Christian baixa a cabeça, os olhos banhados, a persignação e as mãos cruzadas a rezar por aquele seu irmão, agora ali um cadáver..

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Dúvidas linguísticas


Tenho dúvidas como se escreve: a gerente administrativa ou a gerente administrativo. Qual a forma correta?
A palavra gerente é invariável em género, mas os adjectivos e determinantes que a modificam devem flexionar tendo em conta o sexo da pessoa a que se referem. Assim, deverá escrever o gerente administrativo e a gerente administrativa.



Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

ga·do·lí·ni·o ga·do·lí·ni·o


([Johann] Gadolin, antropónimo [físico e químico finlandês, 1760-1852] + -io)
nome masculino

[Química]   [Química]  Elemento químico (símbolo: Gd), de número atómico 64, pertencente ao grupo das terras raras.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/persigna%C3%A7%C3%A3o [consultado em 07-07-2022]