Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pardusco

parduscopardusco | adj.
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par·dus·co par·dus·co


adjectivo
adjetivo

Pardacento.

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Dúvidas linguísticas


Na frase «O sentinela era um jovem soldado sem nome.» está correctamente aplicado o artigo definido masculino singular «O», ou deverá antes aplicar-se o artigo definido feminino «A» precedendo o nome «sentinela»? Em diferentes textos, surgem as duas diferentes formas, o que me levou a aperceber-me de uma vacilação de género; qual a preferível? E em relação a «ordenança» (enquanto soldado)?
A palavra sentinela designa, numa das suas acepções, o soldado ou, em contextos civis, a pessoa encarregada de efectuar a vigilância. Apesar de poder designar uma pessoa de sexo masculino, esta palavra surge nos dicionários como substantivo sobrecomum, registada apenas com o género feminino, à semelhança de outras palavras como criança ou pessoa. Por este motivo, será aconselhável a frase "A sentinela era um jovem soldado sem nome."

Apesar de o caso de ordenança poder parecer semelhante, o registo em dicionários confere-lhe habitualmente classificação lexical de substantivo de dois géneros, o que faz com que seja possível "O ordenança era um jovem soldado sem nome."

Esta questão varia consoante algumas especificidades lexicais de cada palavra, mas também consoante as actualizações lexicográficas feitas pelos dicionários a partir dos usos linguísticos ou de alterações sociais, culturais ou tecnológicas. O caso é porventura um pouco diferente, mas veja-se, a título de exemplo, a palavra segurança, que passou a ter, nas últimas décadas, uma acepção de substantivo de dois géneros.




Gostaria que me explicassem qual das expressões é a correta:
"Isto não tem nada a ver com aquilo."
"Isto não tem nada haver com aquilo."
Das frases que menciona, apenas a primeira (isto não tem nada a ver com aquilo) está correcta, pois, neste caso, a locução ter a ver com significa "estar relacionado com" ou "dizer respeito a" (ex.: fisicamente, o filho não tem nada a ver com o pai; quem disse que eu tenho alguma coisa a ver com essa história?). A segunda frase (*isto não tem nada haver com aquilo) está incorrecta e a dúvida resulta da semelhança fonética do verbo haver com a sequência a ver da locução ter a ver com.

É também a proximidade fonética entre ter a ver (com) e ter a haver que está na origem de outra dúvida muito semelhante, comum a muitos falantes de português, a que já respondemos aqui. É o caso em que a locução ter a ver (com) é confundida com a locução ter a haver, muito mais rara, que significa "ter a receber" ou “ficar na posse de algo” (ex.: a senhora ainda tem troco a haver; já recebi tudo, não tenho mais nada a haver). Nesse caso, qualquer frase decorrente de uma estrutura como ela não tem nada a _____ [ver/haver] com aquilo, é correcta: ela não tem nada a ver com aquilo significa “ela não tem relação com aquilo; aquilo não lhe diz respeito”; ela não tem nada a haver com aquilo significa “ela não recebe nada com aquilo”. No entanto, é altamente provável que, no caso dessa estrutura, a intenção seja indicar que o assunto ou a situação de que se está a falar [aquilo] não diz respeito ao interlocutor ou ao sujeito de quem se fala, pelo que, nesse caso, a única forma correcta de transmitir esse significado é através da locução ter a ver com, tal como ela é usada na frase isto não tem nada a ver com aquilo.

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Palavra do dia

ul·tra·con·ge·la·ção ul·tra·con·ge·la·ção


(ultra- + congelação)
nome feminino

Processo de congelação a uma temperatura muito baixa, geralmente inferior a 40 graus negativos, e num curto período de tempo, para melhor conservar características físicas e químicas (ex.: ultracongelação do pescado).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/pardusco [consultado em 22-09-2021]