Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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médico-cirúrgicomédico-cirúrgico | adj.
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mé·di·co·-ci·rúr·gi·co mé·di·co·-ci·rúr·gi·co
(médico- + cirúrgico)
adjectivo
adjetivo

Relativo simultaneamente à medicina interna e à medicina cirúrgica.

Feminino: médico-cirúrgica. Plural: médico-cirúrgicos.Feminino: médico-cirúrgica. Plural: médico-cirúrgicos.
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Dúvidas linguísticas


Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.




Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

Maria subiu na mesa e pisou forte.
Carlos entrou no carro e foi embora.
João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.
Relativamente à questão que coloca, todas as frases que menciona estão correctas do ponto de vista gramatical. No entanto, do ponto de vista lógico, apenas as frases que se seguem estão correctas:

Maria subiu na mesa e pisou forte.
Carlos entrou no carro e foi embora.
João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


Com efeito, as restantes frases são consideradas menos aceitáveis por incluírem pleonasmos viciosos:

Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.


O pleonasmo consiste na repetição de uma ideia já expressa, mas por meio de outras palavras. O seu uso é considerado vicioso quando a repetição não acrescenta informação nova: nos casos em apreço, a semântica do verbo subir já implica “para cima, em cima” e a semântica do verbo entrar já implica “dentro”, pelo que estamos na presença de redundâncias que se devem evitar. O emprego do pleonasmo nestes casos é condenável pelos principais gramáticos; contudo, é perfeitamente aceitável em situações que visam sobretudo realçar determinado sentido ou atingir fins estilísticos e poéticos, como na frase Eu vi com estes olhos que a terra há-de comer.

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Palavra do dia

no·er·gi·a no·er·gi·a
(grego nóos, noûs, mente, pensamento + grego érgon, -ou, trabalho + -ia)
substantivo feminino

[Filosofia]   [Filosofia]  Actividade ou trabalho intelectual.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/m%C3%A9dico-cir%C3%BArgico [consultado em 21-11-2019]