Significado de ingressava-tos

    A forma ingressava-tospode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de ingressaringressar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de ingressaringressar].

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    ingressaringressar
    ( in·gres·sar

    in·gres·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Passar para dentro de.

    2. Passar a fazer parte de.

    = SinónimoSinônimo geral: ENTRAR

    etimologiaOrigem:ingresso + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    admitido | adj.

    Que se admitiu (ex.: a história, pouco admitida, de que o país tem petróleo, não é muito credível)....


    átrio | n. m.

    Espaço compreendido entre a porta da rua e a escada ou as portas que dão ingresso ao interior de uma casa ou edifício....


    hall | n. m.

    Espaço compreendido entre a porta da rua e a escada ou as portas que dão ingresso ao interior de uma casa ou edifício....


    reingresso | n. m.

    Novo ingresso (ex.: reingresso na universidade)....


    meia-entrada | n. f.

    Ingresso ou bilhete para espetáculos que custa metade do preço, geralmente para idosos, crianças ou estudantes....


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

      Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
      Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

      Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
      Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.