Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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infalívelinfalível | adj. 2 g.
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in·fa·lí·vel in·fa·lí·vel
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que não pode falhar.FALÍVEL

2. Que nunca se engana.

3. Que regula com grande exactidão.

4. Que não pode deixar de suceder. = CERTO, FATAL, INEVITÁVEL

5. Habitual.

6. Que nunca falta.

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Dúvidas linguísticas


Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
(1) Trar-se-ão a Portugal.
ou
(2) Trazer-se-ão a Portugal.
Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.
O verbo trazer é irregular, nomeadamente, para o caso que nos interessa, nas formas do futuro do indicativo: trará, trarás, traremos, trareis, trarão (se se tratasse de um verbo regular, as formas seriam *trazerei, ..., *trazerão [o asterisco indica forma incorrecta]).

Quando é necessário utilizar um pronome pessoal átono (ex.: me, o, se) nas formas do futuro do indicativo (ex.: telefonará) ou do condicional (ex.: encontraria), este pronome é inserido entre o radical e a desinência do verbo (ex.: telefonará + me = telefonar-me-á; encontraria + o = encontrá-lo-ia).

Como se trata da flexão irregular trarão, a forma correcta com o pronome deverá ser trar-se-ão e não *trazer-se-ão, que é uma forma incorrecta.




Alguma vez existiu a palavra quisermos com a troca do s pelo z, ou seja quizermos / quizeste?
A grafia correcta do verbo querer nunca tem z em qualquer das suas formas. Se o z surgir, trata-se de um erro ortográfico.
Actualmente, a ortografia da língua portuguesa baseia-se num conjunto de regras estabelecidas em textos legais e obras de referências (normalmente dicionários, vocabulários, gramáticas e prontuários). Na altura em que não havia acordos ortográficos consolidados nem obras de referência acessíveis era mais difícil delimitar erros ortográficos, pelo que, quanto mais recuarmos na história da língua, menos coerência encontraremos. Deste modo, é frequente encontrarmos em textos mais antigos grafias que hoje não são aceites como correctas (não é preciso recuar mais do que à primeira metade do séc. XX), pelo que formas como quizermos ou quizeste podem ter ocorrido, sem que a noção de erro ortográfico estivesse sequer presente. Uma boa ilustração deste facto são as formas históricas apresentadas pelo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002) para o verbete querer com várias datações: “897 quesieri, sXIII querer, sXIII quero, sXIII querria, sXIII querian, sXIII quyserõ, sXIV queseres, sXIV quesisti, sXIV quizer, sXIV qujs, sXV quigera, sXV quijese, sXV quixesse, sXV quiz“.

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Palavra do dia

con·coc·tor |ô| con·coc·tor |ô|
(latim concoctus, -a, -um, particípio passado de concoquo, -ere, cozer juntamente; digerir + -or)
adjectivo
adjetivo

1. Que facilita a digestão.

2. Relativo a concocção ou a digestão. = CONCOCTIVO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/infal%C3%ADvel [consultado em 29-05-2020]