Significado de infância

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    infânciainfância
    ( in·fân·ci·a

    in·fân·ci·a

    )

    nome feminino

    1. Período de vida humana desde o nascimento até à puberdade.

    2. [Figurado] [Figurado] Conjunto das crianças.

    3. [Figurado] [Figurado] Os primeiros anos ou os primeiros tempos de algo. = COMEÇO, PRINCÍPIO


    primeira infância

    • [Psicologia] • [Psicologia]  Período do desenvolvimento da criança desde o nascimento até cerca dos três anos.

    segunda infância

    • [Psicologia] • [Psicologia]  Período do desenvolvimento da criança aproximadamente desde os três anos até aos sete.

    terceira infância

    • [Psicologia] • [Psicologia]  Período do desenvolvimento da criança aproximadamente desde os sete anos até ao início da adolescência.

    etimologiaOrigem:latim infantia, -ae , incapacidade de falar, infância.

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    Auxiliares de tradução

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    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    tenro | adj.

    Infância....


    infantojuvenil | adj. 2 g.

    Relativo ou destinado à infância e à juventude (ex.: literatura infantojuvenil)....


    Expressão usada para designar o tempo em que a infância já passou, quando se deixou de ser criança....


    cagaço | n. m.

    Grande susto (ex.: foi um dos maiores cagaços da infância dele)....


    psiconeurose | n. f.

    Conjunto das afeções psíquicas cujos sintomas são a expressão simbólica de conflitos entre o Ego e o Id, tendo as suas origens na infância....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "infância" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      A minha dúvida reside no plural de corrimão. Andei a investigar e encontrei tanto corrimãos como corrimões como formas correctas. Queria saber se realmente é assim, e se alguma delas é mais correcta e a outra foi mais vulgarizada pelo povo.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?