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impostura

A forma imposturapode ser [segunda pessoa singular do imperativo de imposturarimposturar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo de imposturarimposturar] ou [nome feminino].

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imposturaimpostura
( im·pos·tu·ra

im·pos·tu·ra

)


nome feminino

1. Acto ou dito de impostor.

2. Artifício ou história para enganar. = BURLA, EMBUSTE, ENGANO, FRAUDE, LOGRO

3. Vaidade excessiva. = PRESUNÇÃO

4. Hipocrisia.

5. Calúnia.

6. Mentira.

7. [Pesca] [Pesca] Trapo que substitui a isca no anzol.

etimologiaOrigem etimológica:latim impostura, -ae, engano, fraude.
imposturarimposturar
( im·pos·tu·rar

im·pos·tu·rar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

1. Ter ou mostrar impostura.

2. Bazofiar.

3. Fazer alardes.

etimologiaOrigem etimológica:impostura + -ar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "impostura" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



A palavra vigilidade, que tem origem na palavra vígil, tem suscitado alguma controvérsia na área em que estou envolvido. É um termo que é utilizado nalguns trabalhos de psicologia e por algumas instituições nacionais ligadas aos medicamentos (ex: INFARMED). No entanto, não encontrei a palavra nos dicionários que consultei, inclusivamente o da Priberam. Alternativamente a palavra utililizada é vigilância. Assim, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.
Também não encontrámos a palavra vigilidade registada em nenhum dos dicionários ou vocabulários consultados. No entanto, este neologismo respeita as regras de boa formação da língua portuguesa, pela adjunção do sufixo -idade ao adjectivo vígil, à semelhança de outros pares análogos (ex.: dúctil/ductilidade, eréctil/erectilidade, versátil/versatilidade). O sufixo -idade é muito produtivo na língua para formar substantivos abstractos, exprimindo frequentemente a qualidade do adjectivo de que derivam.

Neste caso, existem já os substantivos vigília e vigilância para designar a qualidade do que é vígil, o que poderá explicar a ausência de registo lexicográfico de vigilidade. Como se trata, em ambos os casos, de palavras polissémicas, o uso do neologismo parece explicar-se pela necessidade de especialização no campo da medicina, psicologia e ciências afins, mesmo se nesses campos os outros dois termos (mas principalmente vigília, que surge muitas vezes como sinónimo de estado vígil) têm ampla divulgação.




Não encontro em dicionários a palavra discursante. Será aceitável como sinónimo de discursista ou discursador?
Apesar de não se encontrar em nenhum dicionário consultado, a palavra discursante está registada pelo menos em duas obras de referência, no Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Âncora Editora, Lisboa, 2001) e no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras, mas apenas como adjectivo (ex.: O convidado discursante enganou-se) e não como substantivo (ex.: O discursante enganou-se). No entanto, a palavra discursante segue as regras de boa formação da língua portuguesa e não há motivo, a não ser a tradição lexicográfica, para não poder ser sinónimo de discursista e de discursador, seja como substantivo seja como adjectivo.