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ignorância

ignorânciaignorância | n. f.
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ig·no·rân·ci·a ig·no·rân·ci·a


nome feminino

1. Estado de quem ignora.

2. Falta de ciência ou de saber.

3. Incompetência.

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Dúvidas linguísticas


Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.
A existência ou não de hífen depois de prefixos gregos e latinos é difícil de sistematizar em poucas linhas, pois isso difere consoante os prefixos (há até divergências ligeiras entre a norma europeia e a norma brasileira do português, por serem diferentes as obras de maior referência neste aspecto).

No caso de intra- (este caso aplica-se também aos prefixos contra-, extra-, infra-, supra- e ultra-), de acordo com a Base XXIX do Acordo Ortográfico de 1945, deve usar-se hífen antes de palavras iniciadas por vogal (ex.: intra-arterial, intra-ocular), h (ex.: intra-hepático), r (ex.: intra-raquidiano) ou s (ex.: intra-sinovial). Assim sendo, deve escrever-se intra-esclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português de Portugal, ou o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, e segundo a Base XVI, o prefixo intra- (assim como todos os prefixos ou elementos prefixais com o mesmo contexto ortográfico, isto é, terminados na letra a) deve aglutinar-se sempre com o elemento seguinte (ex.: intraocular), excepto se este começar por a (ex.: intra-arterial) ou h (ex.: intra-hepático). No caso de o elemento seguinte começar por r ou s, essas consoantes devem ser dobradas (ex.: intrarraquidiano, intrassinovial). Assim sendo, deve escrever-se intraesclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1990.




Como é que se conjuga o verbo ser: Não SOU eu quem autoriza ou Não É eu quem autoriza? Não SOU eu que autorizo ou Não É eu que autorizo?
As frases referidas contêm duas orações, uma subordinante (não sou eu), cujo sujeito é o pronome eu, e uma subordinada completiva substantiva (quem autoriza ou que autorizo), que desempenha a função de predicativo do sujeito da oração subordinante. Assim, se colocarmos os constituintes da primeira oração na ordem sujeito-verbo-predicativo do sujeito é mais fácil visualizar a estrutura que explica que o verbo ser deve concordar com o pronome eu (eu não sou [quem autoriza ou que autorizo]). A oração subordinada (quem autoriza ou que autorizo), quando construída com o pronome relativo quem obriga a que o verbo autorizar concorde com este pronome em género e número, correspondendo à terceira pessoa do singular; quando a oração subordinada se constrói com o pronome relativo que, o verbo autorizar deve estar na primeira pessoa do singular, pois o sujeito deste verbo é o pronome que, o qual, ao contrário do pronome quem, concorda obrigatoriamente com o antecedente nominal ou pronominal existente na oração anterior, no caso, o pronome eu.
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Palavra do dia

fan·til fan·til


(origem obscura)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que tem bom tamanho e é considerado de boa raça (ex.: cavalo fantil).

2. Que tem os traços certos ou ideais para produzir boas crias (ex.: égua fantil).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/ignor%C3%A2ncia [consultado em 06-07-2022]