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hipermastia

hipermastiahipermastia | n. f.
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hipermastia hipermastia


nome feminino

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Dúvidas linguísticas


Se se pode dizer que o verbo ser indica uma qualidade ou um estado permanente (ex. Ele é muito doente, O mar é salgado), enquanto o verbo estar indica uma qualidade ou um estado temporário ou pontual (ex. Ele está muito doente, O mar está calmo); qual é o uso de ser e estar em situações geográficas? Devo usar o verbo ser para dizer A escola é atrás da farmácia ou A escola está atrás da farmácia?
Na expressão de localizações geográficas deverão ser usados os verbos ser (ex.: a escola é atrás da farmácia) ou ficar (ex.: a escola fica atrás da farmácia), atendendo à estabilidade ou imobilidade dessa localização. Quando se trata de seres ou coisas móveis, a localização poderá ser feita com o verbo estar (ex.: a carrinha está em frente à porta).

Assim, reiterando o que foi dito nas respostas ser e estar e ser ou estar, o verbo ser implica qualidade ou situação que não depende de determinada(s) circunstância(s), ao contrário de estar, que implica uma eventualidade conhecida do falante.




Porque se escreve cor-de-rosa (com hífenes) e cor de laranja (sem hífenes) Creio que já era assim antes da imposição do AO90.
Trata-se, com efeito, de uma convenção anterior ao Acordo Ortográfico de 1990.

Já no Acordo Ortográfico de 1945 (Base XXVIII) se afirmava que eram "locuções adjectivas: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinho (casos diferentes de cor-de-rosa, que não é locução, mas verdadeiro composto, por se ter tornado unidade semântica)", sem que haja outra explicação para esta diferença ortográfica. Aos olhos do relator do Acordo, esta explicação parece suficiente, mas o utilizador da língua que a questione não encontrará uma resposta ou razão inequívoca que distinga cor-de-rosa dos outros eventuais compostos com cor.

Francisco Rebelo Gonçalves, no Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra, Atlântida, 1947, pág. 202, nota n.º 2), que ainda hoje é uma obra de referência para a ortografia portuguesa, dá a sua explicação sobre o caso: "Diversamente de outras combinações vocabulares que se baseiam na palavra cor, como cor de laranja, cor de limão, cor de vinho, etc., as quais todas formam locuções, e não compostos, cor-de-rosa é verdadeiro composto, porque, quer como adjectivo, quer como substantivo (cf. seda cor-de-rosa, um cor-de-rosa vivo, etc), constitui uma unidade de sentido, com a qual a linguagem corrente supre, na expressão de uma das cores principais, a falta de um termo simples. De tal modo cor-de-rosa se tornou, quanto ao sentido, perfeita unidade, que até pode qualificar a própria palavra rosa[...]".

Apesar de poder haver contra-argumentos ou contraexemplos como "laranja cor de laranja", "vinho cor de vinho" ou afins, esta argumentação não foi alterada no texto do Acordo Ortográfico de 1990 (Base XV, 6.º): "Nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa)."

A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes pouco amiga do utilizador. Não há nenhuma estratégia para ortografar de forma irrepreensível que não passe pela memorização do léxico e pela interiorização de regras, decorrentes da experiência de leitura e de escrita. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve, mas há regras ou preceitos de difícil compreensão. Os textos das reformas e acordos ortográficos, quer mais antigos, quer mais recentes, não prevêem soluções para muitos dos problemas que criam e são lacunares, ambíguos ou incoerentes em alguns aspectos e o caso de cor-de-rosa é disso um exemplo.

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Palavra do dia

clo·ro·se |ró|clo·ro·se |ró|


(francês chlorose)
nome feminino

1. [Botânica]   [Botânica]  Amarelecimento ou branqueamento patológico das folhas ou de outros tecidos normalmente verdes de uma planta, geralmente por deficiência de nutrição (ex.: clorose matizada).

2. [Medicina]   [Medicina]  Anemia que atinge geralmente mulheres jovens, caracterizada por uma palidez amarelada ou esverdeada e excessiva fraqueza, associada a perturbações menstruais. = CLOREMIA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/hipermastia [consultado em 29-11-2022]