Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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guardia

Palavra não encontrada (na norma europeia, na grafia pré-Acordo Ortográfico).

Será que queria dizer guardiã?


Outras sugestões:
guardeia (norma brasileira)
guardiães (norma europeia, na grafia pós-Acordo Ortográfico)
guaria (norma brasileira)

Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.
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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber se alguma das seguintes frases está incorrecta: 1. O carro podê-lo-ia ter atropelado; 2. O carro poderia tê-lo atropelado.
Por favor, consulte uma dúvida muito semelhante em mesóclise e verbos auxiliares. Especificamente sobre este exemplo, deve dizer-se que o pronome pessoal átono (ou clítico) o é normalmente colocado em posição enclítica (isto é, depois do verbo) relativamente ao verbo principal (ex.: poderia atropelá-lo), do qual depende semanticamente. No caso da frase em análise, trata-se de um tempo composto, construído com o verbo auxiliar ter e o particípio passado do verbo atropelar, pelo que o pronome é colocado em posição enclítica relativamente ao verbo auxiliar (ex.: poderia tê-lo atropelado).
Esta é a posição mais consensual e menos polémica, mas há verbos, como poder, cujo comportamento se aproxima do de um verbo auxiliar e esse comportamento torna aceitável a posição enclítica relativamente a este verbo. Se se tratar do modo condicional ou do futuro do indicativo, o pronome terá de ser mesoclítico, isto é, deverá ocorrer no meio da forma verbal (ex.: podê-lo-ia atropelar, podê-lo-á atropelar). Se houver outro verbo auxiliar na locução verbal, como na frase em apreço, a mesóclise no verbo poder é também possível, embora de aceitação menos generalizada (ex.: podê-lo-ia ter atropelado).

Adicionalmente, e porque os clíticos correspondem a uma questão complexa, poderá pesquisar, na caixa de pesquisa das dúvidas linguísticas, o tópico clíticos ou o tópico pronomes.




Como se designa um conjunto de raposas? Alcateia é de lobos, fato é de cabras etc...mas desconheço de raposas.
O colectivo que designa um conjunto de raposas é, como pode confirmar no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, raposada.

O sufixo -ada é bastante produtivo na formação de colectivos como bicharada (conjunto de bichos), cabritada (conjunto de cabritos), ninhada (conjunto de aves recém-nascidas), passarada (conjunto de pássaros), etc.

Os colectivos do género de alcateia (lobos), bando (aves), cardume (peixes), fato (cabras) ou matilha (cães) constituem uma lista relativamente fechada registada por gramáticas e prontuários. Fora dessa lista, é possível formar colectivos a partir da aposição de sufixos como o já referido -ada, -agem (ex.: folhagem, plumagem, ramagem), -ame (ex.: folhame, torreame, vasilhame), -aria (ex.: bicharia, saparia, ramaria), -edo (ex.: arvoredo, mosquedo, pulguedo), entre outros.

Palavra do dia

zur·va·da zur·va·da


(origem obscura)
nome feminino

[Portugal: Trás-os-Montes]   [Portugal: Trás-os-Montes]  Forte aguaceiro. = BÁTEGA, CHUVADA, ZERBADA, ZURBADA, ZURVANADA

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Mais pesquisadas do dia



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/guardia [consultado em 26-02-2021]