Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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golfinho

golfinhogolfinho | n. m.
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gol·fi·nho gol·fi·nho


(latim delphinus, -i, do grego delfín, -ínos, com influência de golfo)
nome masculino

1. [Zoologia]   [Zoologia]  Designação dada a vários mamíferos cetáceos marinhos, geralmente da família dos delfinídeos, de focinho alongado, que vivem em grupo e são encontrados em todos os mares.Ver imagem = DELFIM, ROAZ, TONINHA

2. [Heráldica]   [Heráldica]  Representação do golfinho em armaria.

3. [Antigo]   [Antigo]   [Armamento]   [Armamento]  Cada uma das asas da peça de artilharia.

4. [Gíria]   [Gíria]  Corcunda.

5. [Figurado]   [Figurado]  Pessoa muito gorda e baixa.

6. [Desporto]   [Esporte]  Maneira de nadar, semelhante ao estilo de mariposa em que o nadador está de barriga para baixo e impulsiona o corpo à semelhança de um golfinho.

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Dúvidas linguísticas


Na faculdade na qual eu e meus companheiros de classe estudamos, foi aberto uma enquete se a palavra scannear é uma palavra autenticada nos dicionários da língua portuguesa e se é correto utilizá-la no dia-a-dia.
Os dicionários brasileiros de língua portuguesa, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2001) ou o Novo Dicionário Aurélio (Positivo, Curitiba, 2004), registam o verbo escanear (com a conjugação regular eu escaneio, tu escaneias, ele escaneia, etc.) e não a forma scanear, pois a sequência consonântica sc em início de palavra não é usual no português do Brasil. O Dicionário Houaiss regista ainda os vocábulos escaneador, escaneadora, escaneamento e escâner. Há dicionários portugueses, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências de Lisboa/Verbo, Lisboa, 2001) ou a versão portuguesa do Dicionário Houaiss (Círculo de Leitores, Lisboa, 2002), que registam as formas scâner, scanerização e scanerizar, sem a letra e inicial, reflectindo assim na escrita o fenómeno de consonantização (tendência para a redução de segmentos vocálicos) no português de Portugal.
Uma vez que estamos perante a formação de novos vocábulos que ainda levantam muitas dúvidas aos falantes e cuja forma ainda não se fixou e generalizou, podemos verificar, através de pesquisas em corpora e na internet, que existem actualmente várias grafias para esse verbo (ex.: scannear, scanniar, scaniar, escanear, escaniar, escanniar, escannear, etc.). É óbvio que nem todas estas grafias são aceitáveis, visto que não estão de acordo com o sistema ortográfico da língua portuguesa, mas é natural que em casos de neologismos leve algum tempo até se fixar uma forma gráfica (normalmente através de registo lexicográfico).




Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.
As frases de 1) a 5) apresentam diferentes construções de comparativos relativos de superioridade e de inferioridade.

Em português, é possível formar os graus comparativos de superioridade e de inferioridade dos adjectivos usando os advérbios mais e menos seguidos da locução do que (ex.: o castelo é mais antigo do que a igreja; a igreja é menos antiga do que o castelo), podendo haver omissão da contracção da preposição de com o pronome demonstrativo invariável o (ex.: o castelo é mais antigo que a igreja; a igreja é menos antiga que o castelo). Esta construção aplica-se às frases apontadas em 1), 2) e 4).

Na frase 3) está presente um comparativo de superioridade relativo a um substantivo (ex.: nós compramos mais livros [do] que vendemos), sendo nesse caso a palavra mais um determinante indefinido.

Relativamente às frases em 5), trata-se de uma comparação (de superioridade) de quantidade relativamente a um numeral (um). Neste tipo de comparação é possível uma construção análoga àquela usada para exprimir o grau comparativo do adjectivo, isto é, a estrutura mais (do) que seguida do numeral e de um substantivo, como nas frases 5c) e 5d). Alternativamente, é possível ainda utilizar as construções presentes em 5a) e 5b), que correspondem à locução comparativa mais de seguida de numeral e que diferem apenas na contracção (de + um = dum).

Para além destas quatro construções comparativas, é ainda possível estabelecer comparativos antes de verbos (ex.: consegue ver mais ao longe [do] que ao perto), de advérbios (ex.: põe esse quadro mais acima [do] que este) ou de preposições (ex.: o gato passa mais por aqui [do] que por ali).

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Palavra do dia

a·ne·mo·gra·fi·a a·ne·mo·gra·fi·a


(anemo- + -grafia)
nome feminino

[Meteorologia]   [Meteorologia]  Descrição dos ventos.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/golfinho [consultado em 21-06-2021]