Significado de glosavam-se-te

    A forma glosavam-se-teé [terceira pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de glosarglosar].

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    glosarglosar
    ( glo·sar

    glo·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Anotar.

    2. Comentar.

    3. Explicar.

    4. Criticar.

    5. Desenvolver em verso (um mote).

    6. [Popular] [Popular] Anular; suprimir.

    etimologiaOrigem:glosa + -ar.

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    outeiro | n. m.

    Elevação de terreno....


    colcheia | n. f.

    Nota que vale metade da semínima....


    grosa | n. f.

    Doze dúzias....


    textualista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que só atende à letra do texto, desprezando os intuitos do autor respetivo ou quaisquer glosas ou comentários....


    glosador | adj. n. m.

    Que ou aquele que glosa....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

      1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

      2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

      Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?