Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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masc. e fem. pl. de garrafalgarrafal
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

gar·ra·fal gar·ra·fal
(garrafa + -al)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que tem forma de garrafa.

2. Muito grande ou facilmente legível (ex.: letras garrafais; título garrafal).

substantivo feminino

3. [Agricultura]   [Agricultura]  Variedade de cereja ou de ginja.

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Dúvidas linguísticas


A palavra entreolhares pode ser um substantivo?
O uso de verbos como substantivos insere-se num processo de formação de palavras denominado pelos gramáticos de “derivação imprópria”, pelo qual se formam palavras novas apenas pela mudança da sua categoria gramatical e sem alteração da sua forma.

Sendo assim, o uso de “entreolhar” como substantivo é perfeitamente possível, sendo até bastante frequente em textos de língua portuguesa, como poderá verificar realizando uma pesquisa na Internet.




Gostaria de saber qual a expressão mais correta a utilizar e se possível qual a justificação: Cumpre-me levar ao conhecimento de V. Exa. que, hoje 24/10/2013, pelas 11H45, desloquei-me para a Rua do Carmo... Cumpre-me levar ao conhecimento de V. Exa. que, hoje 24/10/2013, pelas 11H45, me desloquei para a Rua do Carmo…
No português de Portugal, se não houver algo que atraia o clítico para outra posição, a ênclise é a posição padrão, isto é, o clítico surge depois do verbo (ex.: Ele ofereceu-me um livro). Há, no entanto, um conjunto de situações em que o clítico é atraído para antes do verbo (próclise). Na frase em questão, a existência de uma conjunção subordinativa completiva (levar ao conhecimento que) seria um dos contextos que atraem o clítico para antes do verbo.

No entanto, a utilização de ênclise (pronome clítico depois do verbo) nesta frase também é possível e não pode ser considerada incorrecta, uma vez que a existência de uma oração adverbial temporal intercalada entre a conjunção que e a forma verbal faz com que se perca a noção da necessidade da próclise. Reescrevendo-se a frase sem nenhuma oração entre a conjunção e o verbo, torna-se bastante mais notória a noção de agramaticalidade conferida pela posição pós-verbal do clítico, em contraponto com a posição pré-verbal, que não seria posta em causa por um falante nativo do português europeu:

a) *Cumpre-me levar ao conhecimento de V. Exa. que desloquei-me para a Rua do Carmo.
b) Cumpre-me levar ao conhecimento de V. Exa. que me desloquei para a Rua do Carmo.

Em conclusão, a posição mais consensual do pronome clítico na frase que refere é a pré-verbal (Cumpre-me levar ao conhecimento de V. Exa. que, hoje 24/10/2013, pelas 11H45, me desloquei para a Rua do Carmo). No entanto, a posição pós-verbal do clítico não pode ser considerada errada, devido à distância entre a conjunção e a forma verbal com o pronome clítico.

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Palavra do dia

in·cu·de in·cu·de
(latim incus, -udis)
substantivo feminino

[Pouco usado]   [Pouco usado]  Peça de ferro em que se malham e amoldam metais. = BIGORNA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/garrafais [consultado em 18-02-2019]