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ganchos

A forma ganchosé [masculino plural de ganchogancho].

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ganchogancho
( gan·cho

gan·cho

)
Imagem

Grampo com que se prende o cabelo, geralmente dobrado em U.


nome masculino

1. Ferro curvo de que se suspende ou com que se agarra alguma coisa.

2. [Pesca] [Pesca] Utensílio piscatório composto de uma vara com anzol. = BICHEIRO, PUXEIRO

3. Grampo com que se prende o cabelo, geralmente dobrado em U.Imagem

4. Objecto ou parte de objecto que tem forma curva.

5. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Pequena tarefa ou serviço remunerado de curta duração que se faz ocasionalmente. = BISCATE

6. [Agricultura] [Agricultura] Utensílio agrícola composto por um longo cabo de madeira com dentes de ferro curvos na extremidade.Imagem

7. [Vestuário] [Vestuário] Parte central da calça desde a cintura até ao entrepernas (ex.: gancho alto; gancho curto; gancho dianteiro; gancho traseiro).

8. [Informal, Regionalismo] [Informal, Portugal: Regionalismo] Casa de penhor. = PREGO

9. [Informal] [Informal] Mulher bonita.

10. [Desporto] [Esporte] No boxe, golpe em que o braço, ligeiramente dobrado, descreve um arco.

11. [Brasil] [Brasil] Parte do telefone onde se coloca o auscultador quando está desligado. (Equivalente no português de Portugal: descanso.)

12. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Recurso narrativo que consiste geralmente num acontecimento, dito ou facto inesperado ou curioso, para cativar o interesse do espectador, do leitor ou do ouvinte.

13. [Brasil] [Brasil] [Pesca] [Pesca] Nome de certa rede de pesca.


ser de gancho

[Informal] [Informal] Ter temperamento difícil, geralmente teimoso, irascível ou provocador.

etimologiaOrigem etimológica:céltico *ganskio.

Auxiliares de tradução

Traduzir "ganchos" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



As palavras Malanje, Uíje, Cassanje, etc., levam a letra g ou j ?
Os topónimos angolanos referidos deverão ortografar-se correctamente nas formas Malanje, je e Caçanje (esta última grafia corresponde também ao nome comum caçanje).

É esta a grafia registada nas principais obras de referência para o português europeu, nomeadamente no Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra: Atlântida Editora, 1947) e no Vocabulário da Língua Portuguesa (Coimbra: Coimbra Editora, 1966), de Rebelo Gonçalves, ou no Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Âncora Editora, 2001). Apesar disso, é esmagadora a ocorrência de grafias alternativas como *Malange, *Uíge, *Cassange ou *Cassanje (o asterisco indica incorrecção, de acordo com as obras de referência para a ortografia e com a tradição lexicográfica).

É de referir que com o Acordo Ortográfico de 1990 (nomeadamente na Base III) não há qualquer alteração a este respeito.




Qual das expressões é a correcta: de forma a ou por forma a? Caso ambas estejam correctas, qual a diferença entre elas e quando usar uma ou outra?
As duas expressões estão correctas e são locuções prepositivas sinónimas, significando ambas “para”, “a fim de” ou “de modo a” e indicando um fim ou objectivo (ex.: procedeu cautelosamente de forma a/por forma a evitar erros), sendo a locução por forma a menos usada que de forma a, como se pode verificar pela pesquisa em corpora e motores de busca na internet. Ambas se encontram registadas em dicionários de língua portuguesa.

Estas duas expressões, construídas com a preposição a, pertencem a um conjunto de locuções (do qual fazem parte de modo a ou de maneira a) cujo uso é desaconselhado por alguns puristas, com o argumento de que se trata de expressões de influência francesa, o que, neste caso, não parece constituir argumento suficiente para as considerar incorrectas. Acresce ainda que, em qualquer dos casos, locuções prepositivas como de/por forma a, de maneira a ou de modo a desempenham a mesma função da preposição para, que neste contexto introduz frases subordinadas infinitivas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para evitar erros), da mesma forma que, com alterações ao nível dos tempos verbais, as locuções conjuncionais de/por forma que, de maneira que ou de modo que desempenham a função da locução conjuncional para que, que neste contexto introduz frases subordinadas finitas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para que evitasse erros). Não parece assim haver motivo para deixar de usar umas ou outras.