Significado de fusionarem-lhe

    A forma fusionarem-lhepode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de fusionarfusionar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de fusionarfusionar].

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    fusionarfusionar
    ( fu·si·o·nar

    fu·si·o·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Fazer a fusão de (ex.: fusionar partidos políticos). = FUNDIR

    2. Fazer uma amálgama ou junção de elementos. = AMALGAMAR, CONFUNDIR, MISTURAR

    etimologiaOrigem:latim fusio, -onis, fusão + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    fusionar | v. tr.

    Fazer a fusão de (ex.: fusionar partidos políticos)....


    fusional | adj. 2 g.

    Relativo a fusão (ex.: processo fusional; relação fusional)....


    fusionante | adj. 2 g.

    Que fusiona ou que causa fusão....


    fusionável | adj. 2 g.

    Que se pode fusionar (ex.: material fusionável)....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "fusionarem-lhe" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.