Significado de flanarem-se-mos

    A forma flanarem-se-mospode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de flanarflanar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de flanarflanar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    flanarflanar
    ( fla·nar

    fla·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    Passear sem destino e sem pressa, por mera distração (ex.: flanaram pelas ruas da cidade velha). = FLAINAR

    etimologiaOrigem:francês flâner.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    flainar | v. intr.

    O mesmo que flanar....


    flanar | v. intr.

    Passear sem destino e sem pressa, por mera distração (ex.: flanaram pelas ruas da cidade velha)....


    flanador | adj. n. m.

    Que ou aquele passeia que sem destino e sem pressa, por mera distração....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "flanarem-se-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Gostaria de informar-lhes a respeito do nome "álibi" encontrado em vossa página. Consta, que "álibi" é uma palavra acentuada por ser uma palavra proparoxítona. Porém, devido ao latinismo, a mesma não apresenta nenhum tipo de acentuação. Para verificação da regra gramatical, ver MODERNA GRAMÁTICA PORTUGUESA, 37a. edição, EVANILDO BECHARA, página 92.