Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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| s. f.
| s. m.
FeFe | símb.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!


(latim fides, -ei)
substantivo feminino

1. Adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro.

2. [Religião]   [Religião]  Sentimento de quem acredita em determinados ideias ou princípios religiosos. = CRENÇA

3. Religião, culto (ex.: fé cristã, fé islâmica).

4. [Religião]   [Religião]  Uma das virtudes teologais.

5. Estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em algo. = CONFIANÇA, ESPERANÇACEPTICISMO, INCREDULIDADE

6. Fidelidade.

7. Prova.

8. Testemunho autêntico dado por oficial de justiça.


à fé
Por certo, certamente.

dar fé
Aperceber-se, notar.

Afirmar que algo é verdade.

fazer fé
Merecer crédito (ex.: a fazer fé no que ele diz, isto é muito grave).

Constituir prova.

fé púnica
Perfídia; deslealdade.



(pronúncia da letra f)
substantivo masculino

Designação dada à letra F ou f. = EFE


Fe Fe
símbolo

[Química]   [Química]  Símbolo químico do ferro.

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Dúvidas linguísticas


Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.




Sou um estudante autodidacta italiano e ainda não entendo porque nem quando é possível pôr o pronome pessoal complemento depois do verbo (ex.: amo-te, vejo-te e não te amo nem te vejo).
A posição canónica dos pronomes pessoais átonos no português europeu é depois do verbo (ex.: amo-te e vejo-te). No português do Brasil é mais frequente o uso destes pronomes antes do verbo (ex.: te amo e te vejo).

Há, no entanto, alguns contextos que determinam geralmente que o pronome seja colocado antes do verbo, nomeadamente a presença de partículas de negação (ex.: não te amo nem te vejo; nunca te amei; nada te devo).

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Palavra do dia

no·er·gi·a no·er·gi·a
(grego nóos, noûs, mente, pensamento + grego érgon, -ou, trabalho + -ia)
substantivo feminino

[Filosofia]   [Filosofia]  Actividade ou trabalho intelectual.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/f%C3%A9 [consultado em 21-11-2019]