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    Definições



    ensino-mos

    A forma ensino-mospode ser [masculino singular de ensinoensino] ou [primeira pessoa singular do presente do indicativo de ensinarensinar].

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    ensinarensinar
    ( en·si·nar

    en·si·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Dar aulas ou lições a (ex.: ensinar alunos estrangeiros). = INSTRUIR, LECCIONAR

    2. Dar aulas ou lições de (ex.: ensinar a ler e a escrever; ensinar matemática). = LECCIONAR, MINISTRAR

    3. Preparar para determinada tarefa, acção ou prática. = ADESTRAR, TREINAR

    4. Transmitir experiência, princípios ou normas de conduta a (ex.: os pais ensinaram ambos os filhos a serem independentes). = EDUCAR

    5. Dar a conhecer (ex.: a vida ensinou-me o valor da amizade). = INDICAR

    6. Receber castigo como consequência de uma acção. = CASTIGAR, PUNIR


    verbo intransitivo

    7. Exercer cargo ou profissão de professor. = LECCIONAR

    etimologiaOrigem:latim insignio, -ire, pôr uma marca, distinguir.

    Secção de palavras relacionadas

    ensinoensino
    ( en·si·no

    en·si·no

    )


    nome masculino

    1. Acto ou efeito de ensinar.

    2. Instrução.

    3. Indicação.

    4. Encaminhamento.

    5. Castigo, Reprimenda.

    6. Educação.


    ensino à distância

    Ensino com meios que implicam a não presença física do professor junto do aluno, nomeadamente através da Internet ou de outros meios de comunicação à distância. = TELEDUCAÇÃO, TELENSINO, TELESCOLA

    ensino especial

    Ensino escolar que se destina a pessoas com necessidades especiais de educação, geralmente com alguma deficiência física ou cognitiva ou com algum transtorno que causa dificuldade específica de aprendizagem.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de ensinar.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "ensino-mos" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Gostaria de saber se, se eu escrever como escrevia anteriormente (com a ortografia anterior ao Acordo Ortográfico), está ortograficamente errado ou também é aceite? Exemplo: "correcto" ou "correto"? Qual deles está oficialmente? Ou estarão os dois?