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endividada

A forma endividadapode ser [feminino singular de endividadoendividado] ou [feminino singular particípio passado de endividarendividar].

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endividarendividar
( en·di·vi·dar

en·di·vi·dar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Obrigar a contrair dívidas; empenhar; obrigar a reconhecimento; penhorar.


verbo pronominal

2. Encher-se de dívidas; contrair obrigações (por favores recebidos).

etimologiaOrigem etimológica: en- + dívida + -ar.
endividadoendividado
( en·di·vi·da·do

en·di·vi·da·do

)


adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

Que ou quem se endividou ou tem dívidas (ex.: consumidores endividados; reavaliação de crédito para endividados).

etimologiaOrigem etimológica: particípio de endividar.
endividadaendividada

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Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber o significado da palavra loadeando.
A forma loadeando corresponde a uma tentativa de adaptação do inglês loading (gerúndio do verbo to load, que significa “carregar”) à flexão do gerúndio de um verbo regular do português (que seria hipoteticamente o verbo *loadear). O termo inglês loading é muito comum na gíria tecnológica, sobretudo em aplicações e produtos informáticos de língua inglesa, indicando que o programa está a ser carregado na memória antes de ser executado. A tradução de loading para carregando ou a carregar seria uma adaptação mais conforme ao português. Alguns dicionários de língua portuguesa contemporânea, como o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002), registam já esta nova acepção de carregar.



Uma professora minha disse que nunca se podia colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo. É verdade?
Sobre o uso da vírgula em geral, por favor consulte a dúvida vírgula antes da conjunção e. Especificamente sobre a questão colocada, de facto, a indicação de que não se pode colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo é verdadeira. O uso da vírgula, como o da pontuação em geral, é complexo, pois está intimamente ligado à decomposição sintáctica, lógica e discursiva das frases. Do ponto de vista lógico e sintáctico, não há qualquer motivo para separar o sujeito do seu predicado (ex.: *o rapaz [SUJEITO], comeu [PREDICADO]; *as pessoas que estiveram na exposição [SUJEITO], gostaram muito [PREDICADO]; o asterisco indica agramaticalidade). Da mesma forma, o verbo não deverá ser separado dos complementos obrigatórios que selecciona (ex.: *a casa é [Verbo], bonita [PREDICATIVO DO SUJEITO]; *o rapaz comeu [Verbo], bolachas e biscoitos [COMPLEMENTO DIRECTO]; *as pessoas gostaram [Verbo], da exposição [COMPLEMENTO INDIRECTO]; *as crianças ficaram [Verbo], no parque [COMPLEMENTO ADVERBIAL OBRIGATÓRIO]). Pela mesma lógica, o mesmo se aplica aos complementos seleccionados por substantivos (ex. * foi a casa, dos avós), por adjectivos (ex.: *estava impaciente, por sair) ou por advérbios (*lava as mãos antes, das refeições), que não deverão ser separados por vírgula da palavra que os selecciona.

Há, no entanto, alguns contextos em que pode haver entre o sujeito e o verbo uma estrutura sintáctica separada por vírgulas, mas apenas no caso de essa estrutura poder ser isolada por uma vírgula no início e no fim. Estes são normalmente os casos de adjuntos nominais (ex.: o rapaz, menino muito magro, comeu muito), adjuntos adverbiais (ex.: o rapaz, como habitualmente, comeu muito), orações subordinadas adverbiais (ex.: as pessoas que estiveram na exposição, apesar das más condições, gostaram muito), orações subordinadas relativas explicativas (ex.: o rapaz, que até não tinha fome, comeu muito).