Significado de despeça-se-te

    A forma despeça-se-tepode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de despedirdespedir], [terceira pessoa singular do imperativo de despedirdespedir] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de despedirdespedir].

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    despedirdespedir
    ( des·pe·dir

    des·pe·dir

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Mandar sair (alguém) da casa, lugar, emprego, etc.

    2. Licenciar.

    3. Atirar, arremessar.

    4. Expelir, lançar de si.

    verbo intransitivo

    5. Cessar, findar; fazer despedida.

    6. Renunciar.

    verbo pronominal

    7. Dizer adeus; fazer as suas despedidas.

    8. Ir-se embora.

    9. Apartar-se.

    10. Renunciar a (alguma coisa que acaba).

    11. Largar ou deixar um emprego. = DEMITIR-SE

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    Esta palavra no dicionário

    missivo | adj.

    Que se envia, que se arremessa ou despede....


    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    inté | adv. | interj.

    O mesmo que até....


    vale | interj.

    Fórmula de despedida para dizer adeus com desejo de saúde a uma pessoa....


    valete | interj.

    Fórmula de despedida para dizer adeus com desejo de saúde a várias pessoas....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "despeça-se-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

      Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
      Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

      Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
      Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.