Significado de deliremos-to

    A forma deliremos-topode ser [primeira pessoa plural do futuro do indicativo de delirdelir], [primeira pessoa plural do imperativo de delirardelirar] ou [primeira pessoa plural do presente do conjuntivo de delirardelirar].

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    delirdelir
    ( de·lir

    de·lir

    )
    Conjugação:defectiva.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Dissolver ou dissolver-se (num líquido). = DILUIR

    2. Desaparecer ou fazer desparecer.

    verbo transitivo

    3. Tirar a cor. = DESBOTAR, DESVANECER

    etimologiaOrigem:latim deleo, -ere, apagar, raspar, riscar, destruir.

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    delirardelirar
    ( de·li·rar

    de·li·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    Estar em delírio; desvairar (sentido próprio e figurado).

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    Esta palavra no dicionário

    expungido | adj.

    Que se expungiu ou apagou....


    delirioso | adj.

    Que delira; que causa delírio; resultante do delírio....


    delir | v. tr. e pron. | v. tr.

    Dissolver ou dissolver-se (num líquido)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "deliremos-to" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?