Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
1ª pess. sing. pres. conj. de copelarcopelar
3ª pess. sing. imp. de copelarcopelar
3ª pess. sing. pres. conj. de copelarcopelar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

co·pe·lar co·pe·lar - ConjugarConjugar
(copela + -ar)
verbo transitivo

[Metalurgia]   [Metalurgia]  Apurar ou passar pela copela.

pub

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


No Presente do Indicativo do verbo sair, qual a razão por que a 3ª pessoa do plural não acompanha a raiz do verbo? Porque é saem e não saiem?
O verbo sair é um verbo parcialmente irregular, devido ao hiato (encontro de vogais que não formam ditongo; no caso de sair, -ai-) no infinitivo, decorrente da evolução da palavra ao longo da história da língua (lat. salire > sa(l)ir(e) > port. sair). Como este verbo conjugam-se outros que apresentam o mesmo hiato, como cair (lat. cadere > ca(d)er(e) > port. cair) ou trair (lat. tradere > tra(d)er(e) > port. trair), e derivados.
Por comparação com um verbo regular da terceira conjugação, como partir, é possível verificar as pequenas irregularidades:
a) Normalmente o radical de um verbo corresponde à forma do infinitivo sem a terminação -ar, -er ou -ir que identifica o verbo como sendo, respectivamente, da primeira, segunda ou terceira conjugações; no caso do verbo partir será part-, no caso de sair o regular seria sa-, mas há formas em que é sai-, como se pode ver na alínea seguinte.
b) Um verbo regular conjuga-se adicionando ao radical as desinências de pessoa, número, modo e tempo verbal. Por exemplo, as desinências do futuro do indicativo (-irei, -irás, -irá, -iremos, -ireis, -irão) juntam-se aos radicais regulares para formar partirei, partirás, etc. ou sairei, sairás, etc. No caso do presente do indicativo, esta regularidade é alterada em verbos como sair, só sendo regulares as formas que têm o radical sa- seguido das desinências (saímos, saís, saem); as outras formas do presente do indicativo (saio, sais, sai) e todo o presente do conjuntivo (saia, saias, saiamos, saiais, saiam) formam-se a partir do radical sai-.
c) A estas irregularidades junta-se a adequação ortográfica necessária, através de acento gráfico agudo, para manter o hiato do infinitivo em outras formas verbais (ex.: saísse/partisse; saíra/partira).

Muitos verbos que apresentam hiatos nas suas terminações do infinitivo têm geralmente particularidades (principalmente no presente do indicativo) que os tornam parcialmente irregulares (vejam-se, por exemplo, as conjugações de construir ou moer).

Respondendo directamente à questão colocada, saem não tem i por ser uma forma que retoma o radical regular sa- e não o radical sai-, como em formas como saio, sais, saia ou saiamos.




Como usar o pronome demonstrativo este e esse? Parece-me que seria indiferente, mas muitos consideram que não.
Em português, o sistema dos demonstrativos (pronomes, determinantes e advérbios) é ternário, sendo estruturado em função da proximidade relativa dos interlocutores, quer em relação ao espaço, quer em relação ao tempo.

Assim, os pronomes e determinantes este, esta, estes, estas, o pronome isto e o advérbio aqui estão associados a uma proximidade do falante (ex.: este filme é aborrecido; este dia não me correu bem); os pronomes e determinantes esse, essa, esses, essas, o pronome isso e o advérbio estão associados a uma proximidade do interlocutor de quem fala (ex.: esse livro foi fácil de ler; essa manhã em que fizeste o exame correu mal); os pronomes e determinantes aquele, aquela, aqueles, aquelas, o pronome aquilo e o advérbio ali estão associados a uma relativa distância tanto do falante como do seu interlocutor (ex.: aquele quadro é estranho; aquele foi o seu primeiro dia de trabalho).

Este sistema é por vezes alterado por alguns elementos contextuais, nomeadamente a maior ou menor implicação dos interlocutores. Em algumas variedades do português, nomeadamente no português do Brasil, como refere o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, foi atenuada ou neutralizada a oposição entre este/isto e esse/isso, sendo muito usual o uso de esse/isso nos contextos referidos para este/isto.

O que foi dito acima aplica-se igualmente nos casos de contracções de preposições com os demonstrativos (ex.: desse, deste, daquele; nesse, neste, naquele)

Para mais informação sobre este assunto, poderá consultar a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (14ª ed., Lisboa, Edições Sá da Costa, 1998, pp. 328-342) ou o Manual de Língua Portuguesa (Portugal-Brasil), de Paul TEYSSIER (Coimbra, Coimbra Editora, 1989, pp.139-147). Como este é um fenómeno semelhante ao da língua espanhola, poderá adicionalmente consultar a pertinente descrição feita na Gramática Descriptiva de la Lengua Española, da Real Academia Española (dir. de Ignacio BOSQUE e Violeta DEMONTE, Madrid, Espasa Calpe, 1999, pp.929-972).

pub

Palavra do dia

guas·ca guas·ca
(quíchua uáskha)
nome feminino

1. [Brasil]   [Brasil]  Correia feita de couro cru.

nome de dois géneros

2. [Brasil]   [Brasil]  Habitante da roça. = CAIPIRA

adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros
adjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

3. Relativo ao estado brasileiro do Rio Grande do Sul ou o seu natural ou habitante. = GAÚCHO, RIO-GRANDENSE-DO-SUL

pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/copele [consultado em 20-09-2020]