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concílio

concílioconcílio | n. m.
Será que queria dizer concilio?
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con·cí·li·o con·cí·li·o


(latim concilium, -ii, associação, reunião, assembleia, concílio, entrevista)
nome masculino

1. [Religião]   [Religião]  Assembleia do alto clero para tomar decisões disciplinares ou de fé.

2. Cânones ou decisões conciliares.

3. Congresso; assembleia.


concílio ecuménico
Concílio presidido pelo papa e para que são convocados todos os bispos do mundo católico.

Confrontar: consílio.
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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




Gramaticalmente, qual o correto: "Em face do/ao exposto recomenda-se encaminhar à analise da Consultoria as minutas ..." ou "Face ao exposto recomenda-se encaminhar à analise da Consultoria as minutas ..."? E gostaria também de saber o motivo pelo qual uma das formas acima é a correta.
Nas frases que menciona são utilizadas três locuções prepositivas diferentes – em face de, em face a e face a – cujo significado é equivalente ao da preposição perante. Alguns puristas sancionam o emprego das duas últimas locuções (em face a e face a), por se tratar de galicismos. De facto, só a locução em face de se encontra registada pelos principais dicionários de língua, pelo que é a mais aconselhada. No entanto, pesquisas feitas em corpora e em motores de busca da Internet em língua portuguesa revelam que o uso de face a e de em face a é bastante generalizado e o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Lisboa: Academia das Ciências/Verbo, 2001) já regista a locução face a.
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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/conc%C3%ADlio [consultado em 27-09-2021]