Significado de coleamos-no-las

    Será que queria dizer coleámos-no-las?

    A forma coleamos-no-laspode ser [primeira pessoa plural do presente do indicativo de colearcolear] ou [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de colearcolear].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    colearcolear
    ( co·le·ar

    co·le·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo e pronominal

    1. Mover o colo a um e outro lado.

    2. Mover-se como a serpente. = COLUBREJAR, SERPEAR, SERPENTAR, SERPENTEAR

    verbo pronominal

    3. [Figurado] [Figurado] Inocular-se, introduzir-se sorrateiramente.

    verbo transitivo

    4. [Brasil: Sul] [Brasil: Sul] Fazer cair (o animal), puxando pela cola (cauda).

    etimologiaOrigem:colo + -ear.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    coleado | adj.

    Sinuoso; que serpeia....


    lacete | n. m.

    Pequeno laço....


    coleio | n. m.

    Ato ou efeito de colear....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "coleamos-no-las" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.