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chope

A forma chopepode ser[adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros], [nome de dois géneros], [nome masculino plural] ou [nome masculino].

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chope1chope1
|ô| |ô|
( cho·pe

cho·pe

)
Imagem

BrasilBrasil

Cerveja de pressão servida geralmente em copo estreito. (Equivalente no português de Portugal: imperial.)


nome masculino

[Brasil] [Brasil] Cerveja de pressão servida geralmente em copo estreito. (Equivalente no português de Portugal: imperial.)Imagem

etimologiaOrigem etimológica:francês chope, recipiente cilíndrico com asa, usado para cerveja.
chope2chope2
( cho·pe

cho·pe

)


adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

1. [Etnologia] [Etnologia] Relativo ou pertencente aos chopes.


nome de dois géneros

2. [Etnologia] [Etnologia] Indivíduo dos chopes.


nome masculino

4. [Linguística] [Lingüística] [Linguística] Língua banta falada em Moçambique.

chopes


nome masculino plural

5. [Etnologia] [Etnologia] Grupo étnico africano que habita maioritariamente nas províncias moçambicanas de Inhambane e Gaza.

etimologiaOrigem etimológica:origem banta.

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Na frase Os únicos defeitos dela são ser chata e teimosa estou em dúvida quanto ao uso da palavra único no plural.
O substantivo defeito é masculino (ex.: o copo tem um defeito) e o adjectivo único concorda em género e número com o substantivo que modifica (ex.: nestas férias não leu um único livro, vendeu as únicas jóias que possuía), pelo que a frase Os únicos defeitos dela são ser chata e teimosa está correcta.



Escrevo "tons pastel" , "tons de pastel" ou "tons pastéis", descrevendo as cores de um tecido?
Qualquer uma das hipóteses colocadas pode ser justificada, pelo que nenhuma pode ser considerada claramente incorrecta. Nesta como noutras questões linguísticas, não há respostas peremptórias.

A expressão "tons de pastel" não é sequer polémica, pois equivale na sua estrutura a outras construções como "tons de azul" ou "tons de rosa", mas verifica-se estatisticamente ser menos usada do que as outras duas.

Nas construções "tons pastel" e "tons pastéis" trata-se de um uso adjectival da palavra pastel. Por um lado, alguns dicionários e vocabulários consideram a palavra pastel neste contexto como adjectivo invariável em género e em número, sendo esta a justificação para a utilização de "tons pastel". Há, por outro lado, outros dicionários e vocabulários que consideram este adjectivo apenas invariável em género (mas não em número), o que justificaria a opção "tons pastéis".

A esta justificação prática pode acrescentar-se que este fenómeno é muito comum com tonalidades de cores (ex.: amarelo canário, castanho canela) ou com construções semelhantes em que um substantivo é colocado depois de outro com uma função qualificativa aproximada à de um adjectivo, sendo designado por vezes como "determinante específico". Este problema ocorre quer em locuções sem hífen (ex.: medida padrão), quer em palavras ligadas por hífen (ex.: couve-flor, projecto-piloto) e o seu registo em dicionários e vocabulários não é sistemático nem coerente, o que demonstra a dificuldade de tratamento destes casos.