Significado de cheiráveis

    A forma cheiráveispode ser [derivação masculino e feminino plural de cheirarcheirar], [masculino e feminino plural e singular de cheirávelcheirável] ou [segunda pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de cheirarcheirar].

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    cheirarcheirar
    ( chei·rar

    chei·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Aplicar o olfato a.

    2. Farejar.

    3. Meter no nariz.

    4. [Figurado] [Figurado] Prever, pressentir.

    5. Inquirir, observar.

    verbo intransitivo

    6. Exalar cheiro.

    7. Impressionar o olfato.

    8. Ter o cheiro de.

    9. [Figurado] [Figurado] Ter visos de.

    10. Parecer.

    11. Agradar.


    cheira que tomba

    Tem um cheiro muito forte; cheira muito mal.

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    cheirávelcheirável
    ( chei·rá·vel

    chei·rá·vel

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    Que tem cheiro ou se pode cheirar.

    etimologiaOrigem:cheirar + -ável.
    vistoPlural: cheiráveis.
    iconPlural: cheiráveis.

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    Esta palavra no dicionário

    acro | adj.

    Quebradiço por não ser maleável....


    atabacado | adj.

    Que tem a cor ou o cheiro do tabaco....


    avinagrado | adj.

    Que cheira ou tem sabor de vinagre; azedo....


    bafiento | adj.

    Que tem bafio ou que cheira a bafio....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "cheiráveis" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber qual ou quais destas frases é que estão correctas a nível da colocação das vírgulas: A - O João prometeu que saía connosco e quando chegou o dia cumpriu o prometido. B - O João prometeu que saía connosco e , quando chegou o dia combinado cumpriu a promessa. C - O João prometeu que saía connosco e, quando chegou o dia combinado, cumpriu a promessa.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?