Significado de canhoneiem-lhos

    A forma canhoneiem-lhospode ser [terceira pessoa plural do imperativo de canhonearcanhonear] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de canhonearcanhonear].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    canhonearcanhonear
    ( ca·nho·ne·ar

    ca·nho·ne·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Disparar tiros de canhão contra. = ACANHONEAR, ACANHOAR

    2. Bombardear.

    etimologiaOrigem:canhão + -ear.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    canhonada | n. f.

    Sucessão de tiros de canhão....


    canhoneio | n. m.

    Descarga de tiros de canhão sucessivos (ex.: estava na mira do canhoneio do navio)....


    acanhoar | v. tr.

    Disparar tiros de canhão contra....


    acanhonear | v. tr.

    Disparar tiros de canhão contra....


    canhonar | v. tr.

    Dotar com canhões....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "canhoneiem-lhos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.