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caldeamento

A forma caldeamentopode ser [derivação masculino singular de caldearcaldear] ou [nome masculino].

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caldeamentocaldeamento
( cal·de·a·men·to

cal·de·a·men·to

)


nome masculino

1. Acto de caldear. = CALDEAÇÃO

2. Combinação de coisas diferentes. = FUSÃO, MISTURA

etimologiaOrigem etimológica:caldear + -mento.
caldearcaldear
( cal·de·ar

cal·de·ar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Pôr em brasa ou ficar incandescente (ex.: caldear o ferro).

2. Tornar um metal mais consistente; dar têmpera. = TEMPERAR

3. Ligar, reforçando-as, duas substâncias metálicas incandescentes.

4. Converter em calda ou massa.

5. Cruzar elementos de espécies diferentes. = MESTIÇAR

6. Combinar ou unir coisas diferentes. = FUNDIR, MISTURAR


verbo intransitivo

7. [Brasil] [Brasil] Tomar caldo.

etimologiaOrigem etimológica:caldo + -ear.

Anagramas



Dúvidas linguísticas



A palavra moral é classificada como masculina ou feminina?
Tal como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a palavra moral é usada como masculina e como feminina, consoante o seu significado.

Enquanto substantivo, designando “estado de espírito, disposição”, a palavra moral é do género masculino: “É preciso levantar o moral dos jogadores!”. Nos restantes sentidos mencionados no Dicionário Priberam – “conjunto de costumes, regras”; “ética”; “lição, ensinamento” – o substantivo moral é do género feminino: “De acordo com a moral e os bons costumes.”; “Escreveu um artigo sobre os princípios da moral kantiana.”; “Qual é a moral da história dos Três Porquinhos?”.

Enquanto adjectivo, a palavra moral (= relativo aos costumes, à ética) é usada quer com nomes (substantivos) masculinos, quer com nomes femininos: “Temos o dever moral de ajudar os outros.”, “Há normas morais que é preciso cumprir.”.




Na frase Estás em casa?, ao respondermos Estou, sim, a vírgula deve aparecer na resposta ou não? Outro exemplo: Queres? e a resposta: Quero sim.
Segundo alguns gramáticos, como Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (14.ª ed., Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1998, p. 646), a vírgula deve ser usada em frases curtas deste tipo, sendo uma forma de realçar a resposta afirmativa (já contida nas formas verbais estou e quero) à questão colocada. De facto, as frases são afirmativas quando não têm uma partícula de negação; o advérbio de afirmação sim não está, por isso, a modificar directamente o verbo, como estariam os advérbios destacados em frases como Não estou ou Quero urgentemente, sendo antes usado como forma de enfatizar ou intensificar toda a oração.