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calção-de-velho

calção-de-velhocalção-de-velho | n.
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calção-de-velho calção-de-velho


nome

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Em daniel abrunheiro

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Dúvidas linguísticas


Como dizer correctamente: ...a área que mais lhe fascina ou ... a área que mais a fascina?
O verbo fascinar é tradicionalmente registado nos dicionários como transitivo directo, isto é, como um verbo que selecciona um complemento nominal obrigatório que não é introduzido por uma preposição (ex.: esta área fascinou o aluno), não sendo consideradas aceitáveis construções com um complemento indirecto, isto é, um complemento nominal obrigatório introduzido por uma preposição (ex.: *esta área fascinou ao aluno; o asterisco indica agramaticalidade). Quando há pronominalização dos complementos de terceira pessoa, o complemento directo corresponde aos pronomes pessoais o, a os, as e o complemento indirecto aos pronomes pessoais lhe, lhes. Assim, relativamente aos exemplos acima referidos, a pronominalização do complemento directo da frase esta área fascinou o aluno deve ser feita com o pronome o (esta área fascinou-o), pois trata-se de um complemento directo, e não com o pronome lhe (*esta área fascinou-lhe).

Em relação às frases apontadas na dúvida colocada, o caso é o mesmo. Deverá ser usada a construção a área que mais a fascina (equivalente a a área que mais fascina alguém) e não a construção *a área que mais lhe fascina (equivalente a *a área que mais fascina a alguém).




Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.

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Palavra do dia

o·ven·çal o·ven·çal


(ovença + -al)
nome masculino

1. [Antigo]   [Antigo]  Pessoa encarregada de uma despensa. = DESPENSEIRO, ECÓNOMO

2. [Antigo]   [Antigo]  Cobrador de rendas.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/cal%C3%A7%C3%A3o-de-velho [consultado em 19-10-2021]