Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
bonzobonzo | s. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

bon·zo bon·zo
substantivo masculino

1. Sacerdote budista.

2. [Figurado]   [Figurado]  Hipócrita, jesuíta.

pub

Auxiliares de tradução

Traduzir "bonzo" para: Espanhol | Francês | Inglês

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.




“Daniel Sampaio visitou a escola que frequentara, mas constatou que tudo estava diferente, ainda que o espaço físico fosse o mesmo.”
Tenho algumas dúvidas na divisão e classificação das orações da frase acima e ainda nas funções sintácticas desempenhadas pelas seguintes palavras na mesma frase:
- a escola
- Daniel Sampaio
- tudo
- diferente
Será que me poderiam esclarecer?
A frase transcrita contém 5 orações: 1) Daniel Sampaio visitou a escola (oração subordinante); 2) que frequentara (oração subordinada adjectiva relativa restritiva); 3) mas constatou (oração coordenada adversativa); 4) que tudo estava diferente (oração subordinada substantiva integrante) e 5) ainda que o espaço físico fosse o mesmo (oração subordinada adverbial concessiva).
Relativamente às funções sintácticas, na oração “Daniel Sampaio visitou a escola que frequentara”, “Daniel Sampaio” desempenha a função de sujeito (é com essa expressão que o verbo concorda) e a “escola que frequentava” é o complemento directo (a expressão “a escola” é apenas uma parte do complemento directo). Na oração “que tudo estava diferente”, “tudo” desempenha a função de sujeito e “diferente” a função de predicativo do sujeito.
A nomenclatura da classificação das orações ou das funções sintácticas pode variar, mas esta é uma classificação possível.

pub

Palavra do dia

no·er·gi·a no·er·gi·a
(grego nóos, noûs, mente, pensamento + grego érgon, -ou, trabalho + -ia)
substantivo feminino

[Filosofia]   [Filosofia]  Actividade ou trabalho intelectual.

pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/bonzo [consultado em 21-11-2019]