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    rompedor

    martelo | n. m.

    Ferramenta usada para perfurar ou demolir materiais sólidos, como pedra ou betão, que funciona geralmente por ação de ar comprimido. (Equivalentes no português do Brasil: britadeira, martelete, rompedor.)...


    rompedor | adj. n. m. | n. m.

    Ferramenta usada para perfurar, demolir ou compactar, que funciona geralmente por ação de ar comprimido (ex.: rompedor hidráulico; rompedor pneumático). [Equivalente no português de Portugal: martelo pneumático.]...


    britadeira | n. f.

    Máquina para partir pedra em pequenos fragmentos....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.