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    renasceis-nos

    barroco | n. m. | adj.

    Pérola irregular....


    renascença | n. f. | n. m. | adj. 2 g.

    Ato ou efeito de renascer; renascimento....


    renascentista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo à época do Renascimento ou Renascença....


    humanismo | n. m.

    Doutrina dos humanistas do Renascimento que ressuscitaram o culto das línguas e das literaturas antigas....


    bodhisattva | n. m.

    Para os budistas, pessoa que, tendo alcançado o estado de perfeição, será dispensado de renascer....


    samsara | n. m.

    Princípio hindu da metempsicose, da transmigração das almas de uns corpos para outros....


    palpitar | v. intr. | v. tr. | v. tr. e intr.

    Sentir ou ter palpitações ou frémitos (ex.: com o cansaço, as veias do pescoço palpitavam)....


    rebrotar | v. intr.

    Brotar ou rebentar de novo....


    reviver | v. intr. | v. tr.

    Voltar à vida; adquirir vida nova....


    socar | v. intr.

    Renascer; brotar (a cana-de-açúcar)....


    Relativo ou pertencente à fase final do Renascimento (ex.: baixo-relevo tardorrenascentista)....


    mocsa | n. f.

    Libertação do ciclo de nascimentos, mortes e renascimentos de um indivíduo como efeito do carma....


    renascimento | n. m.

    Ato ou efeito de renascer; o mesmo que renascença....


    fénix | n. f. 2 núm.

    Ave fabulosa, única na sua espécie, semelhante à águia. (Vivia 300 ou 500 anos, morria queimada e renascia das próprias cinzas.)...



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?