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redemoinho

jupiá | n. m.

Redemoinho de água num rio....


turbilhão | n. m.

Vento tempestuoso que sopra, girando....


vórtice | n. m.

Movimento rápido e forte de um fluido em volta de eixo ou espiral....


vorticela | n. f.

Género de infusórios de águas doces e salgadas....


remoinho | n. m.

Acto ou efeito de remoinhar....


curveiro | n. m.

Redemoinho de água, no mar....


espojinho | n. m.

Pequeno redemoinho de vento....


rebojo | n. m.

Desvio ou redemoinho de vento....


rolheiro | adj. | n. m.

Redemoinho de água....


dinofobia | n. f.

Aversão patológica às vertigens ou ao que pode provocar vertigens, nomeadamente locais elevados....


gola | n. f. | n. f. pl.

Espécie de redemoinho que se forma nos pegos dos rios ou ribeiros....


polvorinho | n. m.

Redemoinho de vento e poeira....


ressolho | n. m.

Redemoinho no rio Douro, por ocasião das cheias....




Dúvidas linguísticas



Qual das expressões é a correcta: de forma a ou por forma a? Caso ambas estejam correctas, qual a diferença entre elas e quando usar uma ou outra?
As duas expressões estão correctas e são locuções prepositivas sinónimas, significando ambas “para”, “a fim de” ou “de modo a” e indicando um fim ou objectivo (ex.: procedeu cautelosamente de forma a/por forma a evitar erros), sendo a locução por forma a menos usada que de forma a, como se pode verificar pela pesquisa em corpora e motores de busca na internet. Ambas se encontram registadas em dicionários de língua portuguesa.

Estas duas expressões, construídas com a preposição a, pertencem a um conjunto de locuções (do qual fazem parte de modo a ou de maneira a) cujo uso é desaconselhado por alguns puristas, com o argumento de que se trata de expressões de influência francesa, o que, neste caso, não parece constituir argumento suficiente para as considerar incorrectas. Acresce ainda que, em qualquer dos casos, locuções prepositivas como de/por forma a, de maneira a ou de modo a desempenham a mesma função da preposição para, que neste contexto introduz frases subordinadas infinitivas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para evitar erros), da mesma forma que, com alterações ao nível dos tempos verbais, as locuções conjuncionais de/por forma que, de maneira que ou de modo que desempenham a função da locução conjuncional para que, que neste contexto introduz frases subordinadas finitas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para que evitasse erros). Não parece assim haver motivo para deixar de usar umas ou outras.




Qual é o valor da conjunção "e" na frase: "Tenho viajado tanto e não conheço muitos dos museus das cidades por onde andei": consecutivo, concessivo, adversativo, conclusivo?
A conjunção coordenativa copulativa e pode assumir diversos valores dependendo do contexto onde é usada, apesar de em nenhum deles deixar de apresentar o valor copulativo. Na frase que refere, a conjunção apresenta um valor adversativo ou de oposição, pois à ideia da primeira oração é contraposta a ideia da segunda, podendo a conjunção e ser substituída pela conjunção adversativa mas (ex.: Tenho viajado tanto, mas não conheço muitos dos museus das cidades por onde andei).

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