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    peritar

    adestrado | adj.

    Que se adestrou; hábil; perito....


    encartado | adj.

    Que tem diploma para poder exercer determinada profissão ou atividade....


    imperito | adj.

    Que tem falta de perícia....


    versado | adj.

    Que tem prática, experiência, conhecimento....


    Relativo a aerobalística (ex.: perito aerobalístico)....


    caloiro | n. m.

    Estudante do primeiro ano de um curso superior....


    jurado | adj. | n. m.

    Que jurou ou prestou juramento....


    sismólogo | n. m.

    Aquele que é perito em sismologia....


    sociólogo | n. m.

    Homem perito em sociologia....


    periciamento | n. m.

    Ato ou efeito de submeter à análise ou ao exame de um perito (ex.: periciamento de atestado médico; periciamento de veículos)....


    herpetólogo | n. m.

    Aquele que é perito em herpetologia....


    principiante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que está em princípio ou que principia....


    contabilista | n. 2 g.

    O que é perito em contabilidade....


    hermeneuta | n. 2 g.

    Pessoa perita em hermenêutica....


    tudólogo | n. m.

    Pessoa que comenta ou dá opiniões sobre qualquer assunto como se fosse um perito ou especialista de cada um desses assuntos....


    batuta | n. f. | n. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Bastão de regente de orquestra....



    Dúvidas linguísticas


    Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?