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    macem-nos

    maçudo | adj.

    Que tem forma de maça....


    abrolho | n. m. | n. m. pl.

    Planta herbácea rasteira (Tribulus terrestris) da família das zigofiláceas, com flores amarelas e frutos espinhosos....


    bastonário | n. m.

    Funcionário que usa clava, maça ou bastão, como distintivo, em certas ocasiões solenes....


    beleza | n. f. | interj.

    Perfeição agradável à vista e que cativa o espírito; qualidade do que é belo....


    chatice | n. f.

    Qualidade do que é chato ou aborrecido....


    mascoto | n. m.

    Grande martelo com que, nas fábricas de moeda, se reduzem a pó os fragmentos de metal....


    mecha | n. f.

    Cordão, fio ou feixe de fios envolvido em cera ou combustível, próprio para manter o lume quando aceso....


    palhada | n. f.

    Mistura de palha com farelo para sustento das cavalgaduras e outros animais....


    volume | n. m.

    Espaço ocupado por um corpo qualquer....


    estafa | n. f.

    Cansaço extremo....


    pilão | n. m.

    Peça usada para triturar o conteúdo de um almofariz (ex.: envolva a massa num pano e bata com um pilão)....


    rodeiro | n. m. | adj.

    Barra em cujas extremidades estão duas rodas de um carro ou de uma máquina....


    chumbada | n. f.

    Peso de chumbo que, aplicado às redes ou às linhas de pesca, as faz descer na altura da água....



    Dúvidas linguísticas


    Um pão pesa trezentos grama ou trezentos gramas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.