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    hostilizeis

    invasivo | adj.

    Relativo à invasão (ex.: plano invasivo)....


    Ato ou efeito de hostilizar (ex.: a classe política é frequentemente alvo de hostilização)....


    acometer | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

    Dar início à luta; investir contra....


    antagonizar | v. tr. e pron. | v. pron.

    Tornar(-se) antagónico ou antagonista....


    atravessar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Pôr ao través....


    embirrar | v. intr.

    Teimar com insistência e vigor em levar a sua intenção avante....


    hostilizar | v. tr.

    Tratar hostilmente; combater....


    Que sofreu algum tipo de hostilidade; que é tratado com agressividade....


    hostil | adj. 2 g.

    Que hostiliza....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?