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    delator

    chibo | n. m.

    Bode novo....


    alcaguete | n. m. | n. 2 g.

    Indivíduo que explora uma ou mais prostitutas....


    chibaria | n. f.

    Conjunto de delatores, de chibos....


    sicofanta | n. 2 g.

    Pessoa que acusa ou denuncia....


    delator | adj. n. m.

    Que ou aquele que delata ou denuncia....


    denunciante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem denuncia....


    vacilão | adj. n. m.

    Que ou quem é muito ingénuo, sendo facilmente enganado....


    descobridor | adj. n. m.

    Revelador; delator; explorador....


    malsim | n. m.

    Espião ou delator....


    delatório | adj.

    Que respeita à delação ou ao delator....


    whistleblower | n. 2 g.

    Pessoa que denuncia ou fornece voluntariamente à polícia ou à justiça informações sobre crimes, suspeitas de crime, criminosos ou suspeitos....


    dedo-duro | adj. 2 g. n. m. | n. m.

    Que ou quem denuncia....


    bufo | n. m.

    Designação comum a várias aves de rapina noturnas da família dos estrigídeos, geralmente do género Bubo....


    acusa-cristos | n. m. 2 núm.

    Pessoa que denuncia ou faz acusações....



    Dúvidas linguísticas


    Um pão pesa trezentos grama ou trezentos gramas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?