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    convulsar

    convulso | adj.

    Em que há convulsão....


    tiritante | adj. 2 g.

    Que tirita; trémulo....


    Técnica de tratamento de certas doenças mentais pela aplicação de uma corrente elétrica ao encéfalo, por curta duração....


    epilepsia | n. f.

    Doença cerebral caracterizada por síncopes convulsas....


    esgana | n. f.

    Ato ou efeito de esganar....


    convulsar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Pôr ou ficar em convulsão....


    coqueluche | n. f.

    Doença infetocontagiosa provocada pela bactéria Bordetella pertussis que se manifesta por tosse muito violenta....


    tosse | n. f.

    Expiração brusca com convulsão ruidosa do peito ou da garganta....


    pertússis | n. f. 2 núm.

    Doença infetocontagiosa provocada pela bactéria Bordetella pertussis que se manifesta por tosse muito violenta (ex.: vacina acelular contra pertússis)....


    convulsível | adj. 2 g.

    Que determina ou é relativo a convulsão....


    convulsado | adj.

    Que se convulsou ou que está em convulsão....


    gota | n. f.

    Porção globulosa e indivisa de um líquido....


    convulsivo | adj.

    Que tem ou apresenta convulsões (ex.: crise convulsiva)....


    tussol | n. m.

    Medicamento narcótico que é um amigdalato da antipirina e que se aplica especialmente contra a tosse convulsa....


    Doença infetocontagiosa provocada pela bactéria Bordetella pertussis que se manifesta por tosse muito violenta....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a origem da palavra jet set?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?