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    cairemos

    augustano | adj.

    Relativo a Caio Otávio Augusto (63 a.C.-14 d.C.), primeiro imperador romano, ou ao seu tempo....


    cadente | adj. 2 g.

    Que vai caindo (ex.: águas cadentes)....


    caidor | adj.

    Que cai muito....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    decíduo | adj.

    Que cai ou se desprende numa fase de desenvolvimento (ex.: dente decíduo)....


    decumbente | adj. 2 g.

    Que está inclinado, deitado....


    derruído | adj.

    Que se derruiu; que foi deitado abaixo ou caiu....


    Muito aberto; cujas pétalas estão quase a cair....


    iminente | adj. 2 g.

    Que está quase a acontecer....


    lábil | adj. 2 g.

    Que escorrega facilmente....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    marcescente | adj. 2 g.

    Que murcha ou pode murchar....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    A minha dúvida é relativa ao novo Acordo Ortográfico: gostava que me esclarecessem porque é que "lusodescendente" escreve-se sem hífen e "luso-brasileiro", "luso-americano" escreve-se com hífen. É que é um pouco difícil de se compreender, e já me informei com algumas pessoas que não me souberam dizer o porquê de ser assim. Espero uma resposta de vossa parte com a maior brevidade possível.