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    Pesquisa nas Definições por:

    VIVESTES-MOS

    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    aéreo | adj.

    Do ar; atmosférico....


    amigado | adj.

    Que se amigou; que vive em mancebia....


    aquático | adj.

    Pertencente ou relativo à água....


    Designativo do animal acostumado a um lugar ou a viver com outros animais. (Também se aplicava às pessoas.)...


    arraiano | adj.

    Que é relativo à raia ou à fronteira....


    azougado | adj.

    Que não pode estar quieto....


    arborícola | adj. 2 g.

    Que vive nas árvores (ex.: primatas arborícolas)....


    caulícola | adj. 2 g.

    Diz-se da planta que vive como parasita no caule das outras plantas....


    Relativo a charneca; que vive em charneca....


    conquícola | adj. 2 g.

    Que vive em concha bivalve....


    corticícola | adj. 2 g.

    Que vive na casca das árvores....


    desenvolto | adj.

    Desembaraçado; ágil; vivo....


    duraz | adj. 2 g.

    De polpa dura....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.