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    Pesquisa nas Definições por:

    Transpire

    isotónico | adj.

    Que tem a mesma concentração molecular, e, por consequência, o mesmo poder osmótico....


    disidria | n. f.

    Alteração do suor ou dificuldade na transpiração....


    diaforese | n. f.

    Transpiração excessiva....


    sudorese | n. f.

    Eliminação do suor através dos poros da pele....


    sudatório | adj. | n. m.

    Que provoca a transpiração....


    adiaforese | n. f.

    Supressão da transpiração cutânea....


    efidrose | n. f.

    Doença caracterizada por suor na parte superior do corpo....


    suor | n. m.

    Humor aquoso que é segregado pelas glândulas sudoríparas e destila pelos poros....


    Perda de água para a atmosfera por evaporação do solo e por transpiração das plantas....


    desodorizante | adj. 2 g. | n. m.

    Que elimina cheiros desagradáveis; que desodoriza....


    desodorante | adj. 2 g. | n. m.

    Que elimina cheiros desagradáveis; que desodora....


    exsudado | adj. | n. m.

    Que se exsudou ou expeliu (ex.: líquido exsudado)....


    aforese | n. f.

    Supressão da transpiração cutânea....


    exsudato | n. m.

    Líquido que, manando dos vegetais, forma as resinas, gomas, etc. (ex.: exsudato resinoso)....




    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?