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    Pesquisa nas Definições por:

    TINGIRAS-TAS

    maculado | adj.

    Que está sujo; que tem manchas ou malhas....


    infeto | adj.

    Infeccionado....


    tinção | n. f.

    Ato ou efeito de tingir....


    tintura | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de tingir....


    tinturaria | n. f.

    Arte ou ofício de tintureiro....


    anilina | n. f.

    Substância líquida, incolor ou ligeiramente escura, extraída da nitrobenzina....


    infeção | n. f.

    Ato ou efeito de infeccionar....


    curi | n. m.

    Argila vermelha que se usa para tingir....


    corante | adj. 2 g. | n. m.

    Que tinge ou dá cor....


    batique | n. m.

    Técnica artesanal de tingimento, que consiste em cobrir de cera as partes do tecido que não devem ser tingidas, mergulhá-lo num banho de cor e remover a cera posteriormente, repetindo o processo para cada cor utilizada....


    tintagem | n. f.

    Ato ou efeito de tintar ou de tingir....


    purpurado | adj. | adj. n. m.

    Tingido de púrpura....


    tingidor | adj. n. m.

    Que ou aquele que tinge....


    tintor | adj. n. m.

    Que ou aquele que tinge....


    destintagem | n. f.

    Ato ou efeito de tirar ou perder a cor....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?