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    terminem-mas

    Que é alto e termina em ponta (estando por isso exposto aos raios)....


    Terminado em apêndice ou em apendículo....


    apicado | adj.

    Que termina em pico....


    Qualificativo das flexões verbais cuja sílaba tónica está na terminação ou na desinência e não na raiz (ex.: andaremos é uma forma arrizotónica)....


    Que termina em dois ramos ou pontas....


    bordoado | adj.

    Que tem os braços terminados em forma de bordão de peregrino....


    cuspidado | adj.

    Que termina em cúspide ou ponto rígido....


    derradeiro | adj.

    Que vem ou está depois de todos....


    ecoico | adj.

    Que faz eco....


    exigente | adj. 2 g.

    Que tem exigências; que exige....


    findo | adj.

    Que acabou....


    glandado | adj.

    Terminado em glande....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?