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    ROSAM-SE-MOS

    De cor branca ligeiramente rosada....


    Que tem nove pétalas (ex.: rosa eneapétala)....


    mogorim | adj. 2 g.

    Diz-se de uma espécie de rosa branca odorífera....


    rosáceo | adj.

    Relativo ou semelhante à rosa....


    rosado | adj.

    Cor-de-rosa; que se aproxima da cor da rosa....


    róseo | adj.

    Relativo à rosa....


    rosiflor | adj. 2 g.

    Que tem flores parecidas com a rosa (falando-se do loendro)....


    fragrante | adj. 2 g.

    Que exala cheiro agradável (ex.: rosas fragrantes)....


    amarílis | n. f. 2 núm.

    Designação comum a várias plantas do género Amaryllis, da família das amarilidáceas, de flores rosadas ou alaranjadas, muito usadas como ornamentais....


    camélia | n. f.

    Arbusto ornamental (Camellia japonica), da família das teáceas, de folhas ovais e lustrosas e flores geralmente de cor vermelha, rosa ou branca....


    miosótis | n. f. ou m. 2 núm.

    Planta herbácea do género Myosotis, da família das boragináceas, de flores azuis ou rosadas....


    molarinha | n. f.

    Planta herbácea (Fumaria officinalis) da família das papaveráceas, de folhas alternas penatífidas e pequenas flores rosadas....


    moleirinha | n. f.

    Cada uma das partes membranosas do crânio do recém-nascido, destinadas a ossificarem-se com o tempo, em especial a que correspondente à sutura coronal....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?