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    Pesquisa nas Definições por:

    RESPALDEM-TAS

    otomana | n. f.

    Sofá largo sem respaldo....


    espala | n. f.

    Moldura de uma abertura onde se fixa uma porta ou janela....


    estadela | n. f.

    Cadeira de braços e respaldo alto para magistrados, etc....


    respaldo | n. m.

    Encosto para as costas numa cadeira....


    espaldar | n. m.

    Costas de cadeira ou assento semelhante (ex.: canapé com três espaldares e braços)....


    respaldar | v. tr. e pron. | v. tr. | n. m.

    Dar ou obter apoio ou fundamento (ex.: a legislação respalda as nossas pretensões; respaldou-se nos procedimentos técnicos recomendados)....


    raso | adj. | n. m.

    Rente, cérceo, rapado, cortado até ao rés de....


    solfar | v. tr.

    Consertar as margens de uma folha de livro, rota ou gasta....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    No âmbito do meu trabalho surgiu-me uma dúvida na aplicação do Novo Acordo Ortográfico. Agradecia que me ajudassem. Segundo as regras a palavra “Egipto” deveria manter-se como tal pois o “p” sempre se leu, correto? A minha dúvida é que há vários meios de comunicação a falar “Egito” mas depois mantêm palavras com “Egípcios”, etc. Outra possibilidade é que na palavra em questão seja aceite a dupla grafia, mas mesmo assim seria o mais correto mantermos o “Egipto”, não?