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    Pesquisa nas Definições por:

    REGIMENTANDO

    esquadrão | n. m.

    Secção de um regimento de cavalaria cujo comando compete a um capitão....


    oficialidade | n. f.

    Conjunto dos oficiais de um regimento ou do exército....


    coronel | n. m.

    Graduação militar de comandante de regimento e imediatamente inferior à de brigadeiro ou, no Brasil, general de brigada....


    granadeiro | n. m.

    Soldado que lançava granadas....


    vexilário | n. m.

    Entre os romanos, militar que trasportava o vexilo....


    porta-bandeira | n. 2 g.

    Oficial que leva a bandeira de um regimento....


    regime | n. m.

    Sistema ou modo de viver adotado por alguém, particularmente no que é relativo à alimentação....


    vaqueiro | adj. | n. m.

    Relativo a gado vacum....


    capelão | n. m.

    Padre que celebra missa numa capela....


    remontar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Fazer subir a lugar elevado....


    toque | n. m.

    Ato ou efeito de tocar....


    regimentar | adj. 2 g. | v. tr.

    Relativo a regimento....


    arregimentar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Incorporar em regimento....


    terço | n. m.

    Cada parte de um todo dividido em três partes....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?