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    nitrem

    nitrado | adj.

    Que contém nitro....


    salitre | n. m.

    Nitrato de potássio (ex.: o salitre é prejudicial às alvenarias)....


    Substância que faz parte de várias misturas explosivas (sigla: TNT)....


    nitrato | n. m.

    Sal do ácido nítrico....


    nitreira | n. f.

    Lugar onde se forma nitro....


    nitrido | n. m.

    Relincho do cavalo....


    nitrito | n. m.

    Sal do ácido nitroso....


    aponitrose | n. f.

    Polvilhamento com nitro, de uma úlcera ou chaga....


    nitridor | adj. n. m.

    Que ou o que nitre ou rincha....


    Composto orgânico que contém um grupo nitro (-NO2)....


    Composto orgânico que contém um grupo nitro (-NO2)....


    hinir | v. intr.

    Soltar nitrido ou relincho (o cavalo)....


    nitrar | v. tr.

    Converter em nitrato....


    nitrila | n. f.

    Composto orgânico que contém o grupo -CN ligado a um grupo orgânico. (Equivalente no português de Portugal: nitrilo.)...


    nitrilo | n. m.

    Composto orgânico que contém o grupo -CN ligado a um grupo orgânico. (Equivalente no português do Brasil: nitrila.)...




    Dúvidas linguísticas


    Re-ratificar ou rerratificar?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?