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    HABITAMOS

    arborícola | adj. 2 g.

    Que vive nas árvores (ex.: primatas arborícolas)....


    dioico | adj.

    Que tem as flores masculinas e as flores femininas em pés diferentes....


    helófito | adj.

    Diz-se da planta que habita terrenos encharcados ou inundados....


    inabitado | adj.

    Que não está habitado....


    bifamiliar | adj. 2 g.

    Que serve ou pode ser habitado por duas famílias (ex.: moradia bifamiliar)....


    monoico | adj.

    Que tem num só pé flores dos dois géneros (mas separadas)....


    orbícola | adj. 2 g.

    Que viaja por toda a parte....


    tambeiro | adj.

    Diz-se do gado manso que vive perto das habitações....


    culto | adj.

    Que se lavrou ou plantou....


    ecuménico | adj.

    Relativo ao universo, a toda a terra habitada....


    alóbrogo | n. m. | n. m. pl.

    Homem grosseiro, muito rústico....


    alveário | n. m.

    Cavidade natural ou construção que serve de habitação a um grupo de abelhas e onde elas produzem cera e mel....


    Indivíduo que toma algo de arrendamento, geralmente uma habitação (ex.: mediação entre proprietários e arrendatários)....


    Barbários | n. m. pl.

    Povos que habitavam o litoral português, entre o Tejo e o Sado....


    barracão | n. m.

    Barraca grande, de madeira, coberta de telhado ou de folhas de zinco, para habitação provisória, escritório ou armazém de materiais de construção....


    caloji | n. m.

    Quarto escuro para entrevistas amorosas....



    Dúvidas linguísticas


    Pretendo traduzir a expressão multiparty collaborations para português. Será a expressão colaborações multipartidárias a correcta? A expressão pretende indicar colaborações que envolvem várias partes, entidades, parceiros, etc.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?