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    Pesquisa nas Definições por:

    DOPE-MOS

    dopado | adj.

    Que está sob efeito de dope; que está excitado por uma droga....


    dope | n. m.

    Substância ilegal ministrada a um atleta ou competidor para alterar o seu desempenho ou condição física....


    dopagem | n. f.

    Ato ou efeito de dopar ou de se dopar....


    dopante | adj. 2 g. n. m.

    Que ou substância que provoca alterações físicas ou mentais por administração de droga ou substância proibida (ex.: substância dopante; é preocupante o uso de dopantes no desporto)....


    doping | n. m.

    Emprego de estimulantes ou outras substâncias proibidas por um concorrente de uma prova desportiva....


    levodopa | n. f.

    Substância (C9H11NO4) usada no tratamento da doença de Parkinson....


    dopar | v. tr. e pron.

    Ministrar ou consumir substância excitante ou outra substância proibida para ter melhor desempenho do que em estado normal (ex.: dopar um animal; era sabido que o desportista se dopava)....


    dopável | adj. 2 g.

    Que se pode dopar....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?